PDT Cuiabá
Foto Jornal da Cidade

O pleito de outubro seria a principal pauta de uma reunião na sede do PSDB em Cuiabá, no final de semana. Mas o acontecimento político ficou marcado pelo veto que os tucanos devem oficializar a partidos como PMDB, PT, PR e até o PDT, partido qual o governador agora tucano foi eleito e também sigla da suplente de deputado e ex-prefeita de Alta Floresta, Maria Izaura Dias Alfonso.
A líder pedetista não fez parte da reunião. Conforme matéria publicada pelo site 24 Horas News, somente o deputado estadual Leonardo Albuquerque participou e que segundo bastidores, com objetivo maior de conversação sobre troca de partido. Albuquerquer estaria vendo possibilidades de virar um tucano também. Outras 12 siglas, que ajudaram a eleger o governador Pedro Taques foram representadas pelos seus líderes no ato tucano, comandado pelo deputado federal Nilson Leitão e ilustrado pela presença do governador para tratar do pleito de 2016.

Na busca por uma composição e um alinhamento mais “afinado” que o PSDB realizou no final de semana uma reunião em sua sede em Cuiabá para discutir estratégias do próximo pleito. Compareceram representantes das 13 legendas que ajudaram a eleger Taques no pleito de 2014. As siglas DEM, PTB, PP, PSC, PPS e PSD estiveram presentes com o ex-senador Jaime Campos, vereador Dilemário Alencar, além dos senadores Victório Galli e José Medeiros e o deputado federal Nilson Leitão. O vice-governador, Carlos Fávaro, representante do PSD e que caminhou para a base de sustentação de Taques recentemente também estava presente. O ato também foi marcado pelo veto aos partidos PMDB, PT, PR e PDT.
Taques concordou com o veto às legendas, mas ofereceu resistência em não apoiar Mauro Mendes em uma possível reeleição a prefeitura da Capital. Contudo, o governador está agindo com cautela, pois o senador Blairo Maggi (PR), que está de malas prontas para compor o PMDB, já disse dividir palanque com Mendes no pleito de 2016.
A cautela do governador ainda ganha mais corpo com a abertura da janela partidária, programada para a se consolidar em meados de fevereiro. Ocorre que o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) que abre a janela para que eleitos em pleitos proporcionais troquem de legenda sem perder o mandato, será promulgado e entrará em vigor.
Se as promessas se findarem o governador pode sofrer resistência na aprovação de projeto na Assembleia Legislativa, já que a deputada Janaina Riva e os deputados Wagner Ramos e Emanuel Pinheiro podem compor o PMDB. Neste cenário, os peemedebistas ficariam com a maior bancada na Casa de Leis, o que dificultaria a aprovação de projetos do Executivo, já que eles contariam com seis parlamentares.

Fonte:

24 Horas News/Foto Jornal da Cidade

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