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Eleições 2024TSE se arma contra fraudes nas eleições

TSE se arma contra fraudes nas eleições

As discussões sobre regulamentação esquentam cada vez mais conforme se aproximam as eleições municipais no Brasil em 2024. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está ciente dos riscos de manipulação de imagens, ou “deep fake”, e “fake news”. Além de fazer seus alertas, o TSE também toma providências.

O cenário em defesa da regulamentação do uso da inteligência artificial se estende ao Congresso, com lobbies de gigantes de tecnologia, as Big Techs. Na Europa, também há movimentos e alguns avanços.

Fraude nas eleições: o que você tem a ver com isso?

A preocupação dos ministros do TSE com as eleições de 2024 tem ligação direta com o uso da inteligência artificial para enganar os eleitores.

Os ministros, que já endureceram as regras no combate às “fake news“, consideram a IA um tema importante e desafiador, e estão se preparando para o combate. Eles alertam, inclusive, para a possibilidade de cancelamento de candidaturas. Como uma das iniciativas, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, defendeu, nesta terça-feira (12), a aprovação de regulamentação para o uso da IA para dar segurança durante as eleições.

Grandes empresas de tecnologia, como Google, Amazon e Meta, monitoram de perto a tramitação do Projeto de Lei n° 2.338, de 2023, no Senado, para regulamentação do uso de inteligência artificial. Pelo site do Senado, o projeto está com a relatoria e sem movimentação desde 1º de novembro. Nesta terça-feira, foram incluídas duas emendas. Mas é nos bastidores que o trabalho está fervilhando. Em conversas diretas com parlamentares e em manifestos públicos de associações que representam o setor, as Big Techs mostram insatisfação com a proposta de regulação, que deve impor limites aos negócios dessas companhias. O principal argumento dos opositores é que uma regulação estrita demais pode travar o desenvolvimento de IA no país.

Enquanto isso, na Europa, negociadores tentam chegar a um acordo para regular a IA. O chefe do mercado interno da União Europeia, Thierry Breton, não queria uma longa pausa durante o fim de semana que desse aos lobistas mais tempo para opinar. Então, ele pisou no acelerador.

Finalmente, as partes chegaram a um acordo para controlar uma tecnologia que Elon Musk, Sam Altman, da OpenAI; Geoffrey Hinton, o pioneiro da IA, entre outros alertaram que poderia representar uma ameaça existencial se não fosse controlada. Entenda o acordo que tenta por rédeas em modelos avançados de IA, como o ChatGPT.

No Brasil, a preocupação se estende à promoção de disputas judiciais falsas – “advocacia predatória”. Isso tem se multiplicado em larga escala com o uso de redes sociais, softwares jurídicos, carros de som e até inteligência artificial. Os alvos preferenciais dessa prática são os setores bancário, aéreo, de telecomunicações e construção. Eles não estão parados, ao contrário, já agem para combater o fenômeno, que é responsável por prejuízos de R$ 10 bilhões ao ano ao Judiciário do país.

Com informações do Valor Econômico.

iNTERNACIONAL

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