terça-feira, junho 18, 2019
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NOMES DE VÁRIOS POLÍTICOS SE DESTACAM COMO PROVÁVEIS CANDIDATOS A PREFEITO DE PORTO VELHO

Todos sabem que a corrida eleitoral começa pelo menos um ano antes, com o fim do prazo de filiações para os pretensos candidatos, estabelecimento de parcerias, elaboração de metas e proposta de plano de governo.

Em Porto Velho, enquanto Mauro Nazif (PSB) enfrenta a notória rejeição à sua gestão, outros candidatos de outras siglas já aparecem na lista de prováveis candidatos à Prefeitura Municipal em 2016.

Hoje pode se vislumbrar o pleito dessa forma:

mauro(10)Mauro Nazif atual Prefeito da capital rondoniense e é dado como certa a sua candidatura a reeleição. Sua longa carreira política lhe garante a densidade eleitoral necessária para ser no mínimo viável – acreditar que o mesmo é carta fora do baralho é ingenuidade, já que Mauro foi vereador em Porto Velho entre 1989 e 1993 e deputado estadual de 1993 a 2003. Em 2006 foi eleito deputado federal, sendo reeleito em 2010 para um segundo mandato. Em 2012 Mauro Nazif, foi eleito prefeito de Porto Velho pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro), com 142.937 votos (63,03% dos votos válidos) que disputou o segundo turno contra o Lindomar Garçon, com 36,97% dos votos válidos.

Como alternativa surgem;

leomoraes(2)Léo Moraes com 31 anos, é deputado Estadual pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) nas eleições estaduais de 2014 foi eleito com 10.275 votos.
Em 2012, Léo foi eleito o vereador mais jovem da legislatura municipal e durante o seu mandato se destacou como um dos principais opositores do atual prefeito de Porto Velho, e hoje é um dos prováveis nomes para concorrer a principal cadeira do Palácio Tancredo Neves.


Hoje a lista do PMDB possui quatro (4) nomes de prováveis candidatos para disputar as eleições majoritárias no ano que vem são eles; Garçon, Pimentel, Mário Português e Emerson Castro.

Existe uma ala no PMDB que prefere migrar o ex candidato Aluísio Vidal para o partido e colocar o nome do professor na disputa de 2016.


 garçonmandato Lindomar Garçon com 46 anos de idade, Deputado Federal pelo PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) foi eleito em 2014 e obteve 24.146 votos. Ex-prefeito de Candeias do Jamari (a 25 quilômetros da capital) por duas vezes, de 1997 a 2004.
Em 2012 no primeiro turno das eleições municipais, Garçon teve 24,76% dos votos (57.698), contra 18,99% (44. 259 votos) de Nazif, já no segundo turno, Garçon foi derrotado pelo candidato Mauro Nazif – PSB.


Também no PMDB ainda existem outros nomes;

pimentelWilliames Pimentel – Hoje com apoio de Valdir e Marinha Raupp, é um dos preferidos para disputar o cargo de Prefeito em 2016. Pimentel foi secretário municipal de saúde na gestão Carlinhos Camurça e na gestão Roberto Sobrinho, foi dirigente federal da FUNASA, e atualmente é Secretário no Governo do estado.


mario portugues

Mário Português , 68 anos de idade, com muita disposição para falar dos desafios e dos seus projetos na vida pública, hoje o mega empresário está filiado no PMDB, em 2012 foi candidato a Prefeito pelo PPS, obteve 37.652 votos, ficando com o quarto lugar.
Português é um dos prováveis nomes para disputa de 2016.


mariana

Já nas hostes tucanas, o nome de consenso é a Deputada FederalMariana Carvalho, 28 anos de idade, Eleita pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), na disputa de 2014 obteve 60.324 votos.
Em 2012 disputou o cargo de prefeita de Porto Velho e ficou em terceiro lugar nas eleições municipais, e hoje é a principal ameça para o atual prefeito da capital nas eleições do ano que vem. Entretanto caso a mesma não queira pleitear o executivo municipal, outros nomes do partido se colocam à disposição, já que o partido possui bons quadros tais como vereador Alan Queiroz e Edmílson Lemos.

por Gabriel Luís – Capa de notícias

Cap. Wagner deve ser candidato em 2016

cpwEm entrevista exclusiva para o jornal O Estado, o deputado Capitão Wagner (PR) falou sobre sua possível candidatura à Prefeitura de Fortaleza em 2016, os prováveis nomes com quem poderia compor uma chapa, além de avaliar a gestão do atual prefeito Roberto Cláudio (Pros). Wagner tratou ainda da abertura do diálogo do atual governador Camilo Santana (PT) com a Polícia, sobre a atuação da corporação, e explanou a sua opinião quanto à  redução da maioridade penal.

O senhor é apontado como um candidato em potencial pelo PR para as eleições em 2016. Vai aceitar o desafio?

Cap. Wagner. Hoje, o Partido da República tem a ideia de lançar um nome para disputar a Prefeitura de Fortaleza, acho que até pela má avaliação do prefeito Roberto Cláudio. E é natural que os partidos que têm nomes em potencial também queiram lançar candidatura como o DEM,  PMDB, PSDB, PR, Psol e o PDT.  Então, vamos ter vários partidos, seis a sete candidatos com potencial para vencer a eleição, e um pleito que vai ser definido no segundo turno. O PR tem essa disposição, o nosso nome é bom, até pelo resultado da última eleição, com 102 mil votos para deputado estadual, e isso credencia para uma eleição majoritária em Fortaleza. Nós não podemos achar que nós estamos independentes, nós trabalhamos em 2014, com o intuito de formar uma chapa competitiva para ganhar a eleição para o governo do Estado, não ganhamos, mas o desejo é de manutenção desse bloco partidário. O nosso nome está à disposição, mas existem outros nomes. Se o meu for o escolhido dentro do partido, vamos ter condição de apresentar um projeto para Fortaleza, e aceito com todo prazer a indicação.

Ficaria confortável se participasse de uma chapa com Luizianne Lins ou com senador Eunício Oliveira?

Cap. Wagner.  O senador Eunício Oliveira, ele é cotado, hoje, para presidir o Senado Federal, teve um resultado expressivo na última eleição, perdeu por muito pouco. Em Fortaleza, ele foi campeão, tirou 170 mil votos a mais do que o governador Camilo Santana, e ele é um nome que deve ser respeitado. Não sei se ele tem a intenção, mas ele é um nome muito forte. Já o nome de Luizianne Lins traz a ideia de saudade da cidade. São dois nomes em potencial e com chance de ganhar uma eleição. Nós estamos conversando, mas é precipitado falar em coligação, chapa e vice-prefeito.

Na sua avaliação, Roberto Cláudio tem chances de se reeleger?

Cap. Wagner. A reeleição do prefeito Roberto Cláudio passa por esse período agora de um ano antes do período eleitoral. A população geralmente não tem a memória muito aguçada, muitas vezes quando um gestor nos últimos dias de mandato, ele faz obras e mostra alguma coisa, geralmente a população acaba se iludindo e acaba votando naquele candidato. Acho que o Roberto teve uma chance de fazer uma grande gestão; hoje não é um bom gestor, mas, logicamente, nesse último ano, ele tem sim a chance de viabilizar o nome dele para uma reeleição. Hoje, é muito difícil sua situação, porque, além de ele não apresentar resultados satisfatórios, ele têm adversários fortes. Se for relacionar, no Psol, temos o deputado Renato Roseno, no PDT, o deputado Heitor Férrer,  o PMDB tem Eunício Oliveira, PRB com Ronaldo Martins. Tem uns partidos que têm nomes muitos bons, e que tem uma representação muito boa no município de Fortaleza. Acho que o prefeito tem dificuldades, até porque o partido que ele está hoje não tem tempo de televisão, ele não tem sequer o domínio do partido. A informação que a gente tem é de que nem para filiar eles têm a senha, por isso, o prefeito está procurando uma alternativa. Se for para o PDT, vai inviabilizar a candidatura do deputado Heitor pelo partido, ma não deixa de inviabilizar pelos outros partidos. Mas a situação não é fácil, mas em política não se podemos dizer que ninguém está morto. Vários candidatos que ninguém esperava que se fosse ganhar uma eleição, ganharam, como a Luizianne Lins, quando ganhou sua primeira eleição para prefeito, todo mundo dizia que não tinha nenhuma chance, e foi para o segundo turno e venceu a eleição. Fortaleza tem um eleitor que não se dá muito para fazer um prognóstico; o eleitorado sempre surpreende.

Sobre a maioridade penal, qual a sua posição?

Cap. Wagner. É preciso que se tenha um debate intenso; o Ceará tem, hoje, uma série de dificuldades com relação ao seu sistema penitenciário. Eu visitei recentemente alguns presídios: o presídio feminino, por exemplo, tem capacidade para 350 detentas, mas tem, ao todo, 744. Os presídios masculinos estão todos superlotados, e, quando se vai para os centros educacionais para o jovem ser ressocializado, todos também estão superlotados. Acho que os jovens de 16 e 17 anos, eles têm capacidade perfeita de discernir o que certo e errado. Sou a favor de reduzir, mas desde que se faça uma reforma no sistema penitenciário. A informação que temos é de que, no sistema, novos dados apontam para 22 mil presos, com mais 60 mil mandados de prisão em aberto; geraria, então, 80 mil presos, em um sistema em que só cabem 13 mil, e, se eu trouxer os adolescentes, de forma nenhuma vamos ter capacidade de ressocializar.

Camilo abriu o diálogo com a Polícia, e vocês até conversaram. Ele tem cumprido o que prometeu?

Cap. Wagner. Nós conversamos com o governador no sentido de permitir que a categoria fosse mais escutada pela gestão, não necessariamente pelo governador, haja vista ele ter uma agenda muita complicada. Mas a informação que a gente tem recebido por parte da categoria é que a recepção é muito boa. Os dados referentes à redução de homicídios tem muito a ver com esse diálogo, porque, se for registrar, o governador cortou cerca de 20% dos recursos da Secretaria de Segurança, mesmo assim, a Pasta apresenta dados positivos. A gente sabe que a sociedade não está satisfeita, ninguém está, os índices ainda são muito altos. Mesmo com as dificuldades na comunicação das viaturas, armamento, corte nas cotas de combustível, está ocorrendo a redução nos homicídios, e isso está beneficiando a sociedade. Se o governador repassar para SSPDS, os 20%, os resultados ainda seriam maiores. Nós sugerimos ao governador a criação de uma Secretaria de Políticas Sobre Drogas, e ele criou. Essa ideia está no nosso plano de segurança que nós registramos ano passado, antes da campanha eleitoral, e ele implementou a ideia que pode ser uma solução para o problema das drogas no Estado. Claro que não existe apenas esta solução, mas, trabalhando a política preventiva com jovens, a gente pode ter uma redução a médio e a longo prazo.

A polícia mudou?

Cap. Wagner. Sim. Hoje, o policial é muito mais qualificado, já era na gestão passada. Hoje o policial necessita ter nível superior, e até no Corpo de Bombeiros, que é nível médio, a maioria dos candidatos possuem nível superior. Então, há uma qualificação boa. O grande desafio do governador é manter essas pessoas na instituição. Nós temos um registro de que várias pessoas criticam de quando um policial é assassinado, facilmente um bandido é capturado e preso. Nesse momento, todos os policiais que estão de folga e de serviço, eles fazem esforços para alcançar esse objetivo. Por isso ratifico: Se tivesse um número suficiente de policiais civis, militares e Corpo de Bombeiros, nós teríamos uma segurança pública de qualidade. É necessário dar mais estrutura para essa polícia poder trabalhar. A Polícia e o Poder Judiciário do Ceará são muitos deficitários; há 30 anos, nós tínhamos 4.500 policiais civis; hoje, são apenas 2.300. Esse é o principal fator que gera a impunidade, porque muitas vezes, a Polícia Militar prende, mas a investigação é mal feita e, mais à frente, o advogado acha uma brecha e solta. Na questão da impunidade no Estado e o que desfaz o trabalho da polícia, é essa questão do judiciário estar sendo investigado da venda de alvarás de soltura e de habeas corpus por parte de criminosos.

O secretário Delci Teixeira tem feito uma boa gestão?

Cap. Wagner. A principal vantagem do secretário é a abertura. Até por ser de fora, ele tem consultado o Comando Geral da Polícia Militar, o delegado-geral da Polícia Civil, e colocou como secretário-adjunto, o ex-comandante da Polícia Militar, o coronel Prado que conhece o nosso Estado e o sistema de segurança. Acho que ele está sendo humilde, para permitir que essas pessoas que conhecem o Estado, elas possam lhe auxiliar e lhe apontar quais as principais falhas no sistema. No início, houve um boato que ele queria entregar a Pasta, mas o governador, empenhado na questão, assim como afirmou em campanha, afirmou que iria cuidar pessoalmente da questão da segurança, não permitiu isso acontecer.

Qual a sua avaliação do prefeito Roberto Cláudio?

Cap. Wagner. O prefeito, no início da gestão, mostrava para a sociedade a preocupação na área da Saúde. Ele começou a reformar os postos, com estrutura boa, com ar-condicionado, com TV e, após alguns meses, a insatisfação tem aumentado, principalmente na área que ele se comprometeu ser sua prioridade. No último ano, isso se agravou, nós temos dificuldades para ter acesso a medicamentos nos postos de saúde, os dentistas não tem o insumo básico para fazer qualquer procedimento odontológico. Isso dificulta muito o trabalho dessas pessoas. Ainda, nos postos de saúde, pessoas com recibo de pagamento autônomo, fato que mostra tamanha precariedade. A dificuldade não é só na área da saúde, mas, quando a gente vai para a área de mobilidade, muito embora, ele tenha tentado com novas medidas melhorar o trânsito, há uma reclamação muito grande. Na Avenida Bezerra de Menezes, eu que moro lá perto, a reclamação é geral. Sendo duas faixas para ônibus e duas faixas para veículos. Então, eu acho que está faltando o prefeito escutar mais a população, ouvir mais a sociedade  e está faltado ele visitar a periferia, visitar o Bom Jardim, o Henrique Jorge, Genibaú, João XXIII, e são bairros que não são do domínio do prefeito, mas ele tem que saber , tem que visitar, para saber sobre os problemas específicos. Na questão da segurança, ainda não foram implementadas as medidas que ele prometeu em campanha: prometeu a triplicação do efetivo de guardas e, até hoje, nenhum guarda foi contratado. E a gente espera que, na reta final, o prefeito possa fazer uma virada e mostrar à sociedade que ele está comprometido.

 Fonte:

LAURA RAQUEL

Cap. Wagner deve ser candidato em 2016

XII Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político – 29 e 30 de abril de 2016 – São Paulo

download (1)Na manhã desta terça-feira (16), em reunião entre o Presidente da Associação Brasileira de Consultores Político (ABCOP), Carlos Manhanelli, e o Diretor do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Alexandre Huady, foi definido que o XII Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político acontecerá nos dias 29 e 30 de abril de 2016, no Auditório Ruy Barbosa da universidade.

O evento realizado bianualmente, é o maior encontro de profissionais que atuam com marketing político e eleitoral do Brasil. Sua XI edição ocorreu no ano de 2014 em Brasília/DF.

Maiores informações a respeito do Congresso serão divulgadas em breve pela organização.

Com informações da Associação Brasileira dos Consultores Políticos – ABCOP

Por Márcio Almeida

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